Alimentação e gastronomia

PRAZER AO REDOR DA MESA

Junto de amigos e familiares, o preparo de uma refeição torna-se uma terapia antiestresse

Você já ouviu falar em cozinhaterapia? Apesar de não ter significado formal no dicionário, o termo é de fácil compreensão. Cozinhar, principalmente em um momento de lazer, pode ser uma maneira de aliviar o estresse e diminuir as tensões provocadas pelo dia a dia corrido. Quando junto de amigos e familiares então, o preparo de uma refeição tem gosto de confraternização.

Mesmo quem não é íntimo das panelas pode receber os amigos e a família em torno de uma mesa farta. Uma noite de queijos e vinhos, por exemplo, não requer quase nenhuma habilidade culinária. É uma opção prática e garantida de sucesso, principalmente se algumas regras de harmonização forem seguidas.

A primeira dica básica é: vinhos brancos e espumantes combinam mais facilmente com queijo do que os tintos. Por ser mais secos, acabam por compensar a untuosidade dos queijos. No entanto, não é preciso abrir mão totalmente dos vinhos tintos. Caso seja a preferência dos convidados, procure combiná-los com queijos mais picantes, que tendem a realçar as características da uva.

Outro clássico momento de cozinhaterapia é o churrasco. Mais descontraído, não há regras de harmonização, mas algumas dicas são válidas: picanhas devem ter no máximo 1,1 kg; no tempero da carne, só sal grosso; e para testar a temperatura ideal do fogo coloque a mão em torno de 15 cm acima da grelha e conte até cinco. Se não aguentar esse tempo, está muito quente. Se suportar mais que cinco segundos, o fogo está baixo.

Agora, para os dias em que a vontade é sair de casa, uma boa pedida é explorar novos lugares. Muitas vezes, criamos o hábito de ir aos mesmos restaurantes, seja pela proximidade de casa ou pela familiaridade com o cardápio, e deixamos de conhecer lugares interessantes. Acompanhe sites e revistas especializados em programação cultural e gastronômica, visite ambientes desconhecidos e torne-se turista dentro da sua própria cidade!

Burnout

Falta de energia e de entusiasmo caracteriza a exaustão emocional, que somada ao sentimento de frustração e tensão por falta de condições no trabalho, pode gerar uma síndrome preocupante para a classe médica.

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Depoimento

"...A síndrome de Burnout prejudica do profissional, a quem ele atende, os colegas e a instituição. E para o enfrentamento dessa síndrome são necessárias intervenções focadas no indivíduo: meditação, educação, saúde, hobbies, atividades física e vida em família e amigos..."

Profª Drª Carmita H. N Abdo

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